Caderno Didático de Biossegurança em Centros de Beleza (REDE ITEGO)
##plugins.themes.bootstrap3.article.main##
Resumo
Nesta apostila, vamos aprender sobre biossegurança e suas aplicações. Colocaremos você, aluno e futuro
trabalhador, atento a reconhecer que todo procedimento seja realizado de forma se-gura nos salões de
beleza e lugares afins. Isso com certeza vai assegurar que tanto os profissio-nais quanto os clientes sejam
protegidos de riscos que podem surgir, e que as práticas corretas se-jam aplicadas, visando em primeiro
lugar à saúde de todos. A biossegurança nada mais é que con-trolar e minimizar os riscos que possam surgir
no ambiente de trabalho, garantindo, desta forma, resultados satisfatórios. É importante que todo esse
processo seja aplicado dentro dos estabeleci-mentos de beleza e a prática correta faça parte do cotidiano do
profissional, exigindo dele uma compreensão de normas técnicas estabelecidas pelos órgãos competentes.
##plugins.themes.bootstrap3.article.details##

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Todos os Direitos reservados aos Cadernos da REde
Referências
Elsevier, 2015.
ABREU, Niedja. A IMPORTÂNCIA DO CÓDIGO DE ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES. 2012. Disponível em: http://
www.administradores.com.br/producao-academica/a-importancia-do-codigo-de-etica-nas-organizacoes/
5122/. Acesso em: 23 jul. 2018.
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Referência técnica para o funcionamento dos serviços de
estética e embelezamento sem responsabilidade médica. 2009. Disponível em: http://portal.anvisa.gov.
br/documents/33856/2054354/Refer%C3%A Ancia+t%C3%A9cnica+para+o+funcionamento+dos+servi%-
C3%A7os+de+est%C3%A9tica+e+embelezamento+sem+responsabilidade+m%C3%A9dica/e37a023b-91c-
0-4f07-993a-393d041156 ab. Acesso em: 24 jul. 2018.
ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Rev. Saúde Pública, v. 39, nº 6, São Paulo, dez. 2005. Disponível
em: http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S003489102005000600020&lang=pt.
Acesso em: 17 mar. 2010.
BALSAMO, A. C.; FELLI, V. E. A. Estudo sobre os acidentes de trabalho com exposição aos líquidos corporais
humanos em trabalhadores da saúde de um hospital universitário. Revista Latino-Americana de Enfermagem,
Ribeirão Preto, v. 14, n. 3, p. 346- 353, jun. 2006.
BANSAL, N.; UPPAL, V.; PATHAK, D. Toxic effect of formaldehyde on the respiratory organs of rabbits: a light
and electron microscopic study. Toxicol Ind Health 2011; 27: 563-9.
BELVISO, T. l. Os perigos do uso inadequado do formol na estética capilar. RevInter Revista Intertox de Toxicologia,
Risco Ambiental e Sociedade, v. 4, n. 1, p. 74-81, fev. 2011.
BONIS, M. D.; COSTA, M. A. F. Ética da alteridade nas relações entre Biossegurança em saúde e Bioética.
Revista Ciência & Cognição, v. 14, n. 3, p. 92-102, 2009.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas da Saúde. Coordenação Nacional de DST e AIDS. Manual
de condutas. Exposição ocupacional a material biológico: hepatite e HIV. Brasília: Ministério da Saúde,
2000b. Disponível em: http://lildbi.saude.gov.br/cgi-bin/wxis.exe/iah_txtc/. Acesso em: 10 nov. 2004.
______. Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde. Doenças relacionadas a trabalho: manual de
procedimentos para os serviços de saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2001. (Normas e Manuais Técnicos).
______. Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria TEM nº 485, de 11 de setembro de 2005. NR 32 – Segurança
e saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. Brasília, 2005.
CARVALHO, Adriany Rosa de Matos. Postura Profissional e Normas Técnicas. Recife: SEBRAE, 2010.
COSTA, M. A. F. Biossegurança e qualidade: uma necessidade de integração. Revista Biotecnologia, n. 4,
p.32-32, 1998.
Referências
44
______. Protegendo a Vida. Revista Proteção, n. 86-99, p. 46-47, 1999.
______. Biossegurança: da prática à legal. Disponível em: http://www.safetyguide.com.br/ artigos/biosseg.
htm. Acesso em: 07 mai. 2012 (cf. ANEXO A).
COSTA, M. A. F.; COSTA, M. F. B. Biossegurança: elo estratégico de SST. Revista CIPA, n. 253, Rio de Janeiro, 2002.
GARBACCIO, J. L.; OLIVERIA, A. C. de. Biossegurança e risco ocupacional entre os profissionais do segmento de
beleza e estética: revisão integrativa. Revista eletrônica de enfermagem, p. 702-711, Belo Horizonte, 2012.
GARCIA POSENATO, Leila; RAMOS, Betina Z. G. Gerenciamento dos Resíduos dos Serviços da Saúde: Uma
questão de Biossegurança. Cad. Saúde Pública, v. 20, nº 03, Rio de Janeiro, maio/junho, 2004. Disponível
em: http://www.scielo.br/pdf/%0D/c sp/v20n3/11.pdf. Acesso em: 8 fev. 2010.
GUIA TÉCNICO PARA PROFISSIONAIS: BELEZA COM SEGURANÇA. São Paulo: Secretaria da Saúde, 2005.
HOLLUND et al. Prevalence of airway symptoms among hairdressers in Bergen, Norway. Occup Environ Med.
2001; 58:780-5.
LANG, I.; BRUCKNER, T.; TRIEBIG, G. Formaldehyde and chemosensory irritation in humans: a controlled
human exposure study. Regul Toxicol Pharmacol 2008; 50:23-36.
LO-NEYRET, C. et al. Effects of formaldehyde on the frog’s mucociliary epithelium as a surrogate to evaluate
air pollution effects on the respiratory epithelium. Braz J Med Biol Res 2001; 34: 639-43.
LOOMIS, T. A. Formaldehyde toxicity. Arch Pathol Lab Med 1979; 103:321-4.U.S. Environmental Protection
Agency. Formaldehyde: hazard summary. 2003 [cited 2010 10 mai ]. Disponível em: http://www.epa.gov/
ttn/atw/hlthef/formalde.html.
MIMS et al. Microbiologia Médica. 2. ed. São Paulo: Manole, 1999.
MINISTÉRIO DA SAÚDE, GM. Portaria nº 3523 de 28/8/1998: Regulamento Técnico contendo medidas básicas
referentes aos procedimentos de verificação visual do estado de limpeza, remoção de sujidades por
métodos físicos e manutenção do estado de integridade e eficiência de todos os componentes dos sistemas
de climatização, para garantir a Qualidade do Ar de Interiores e Prevenção de Riscos à Saúde dos ocupantes
de ambientes climatizados.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Processamento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde. Coordenação
de Controle de Infecção Hospitalar. 1993.
PINA, C. Avaliação da exposição professional ao formaldeído: Efeito Genotóxico. Dissertação (Mestrado) −
Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, 2010.
SALTHAMMER, T.; MENTESE, S; MARUTZKY, R. Formaldehyde in the indoor environment. Chem Rev. 2010;
110: 2536-72.
SCHMIDLIM, K. C. S. Biossegurança na estética: Equipamentos de Proteção Individual – E.P.I. Revista Per45
sonalité. São Paulo, ano VIII, n. 44, p. 80-101, dez. 2005/jan. 2006. Disponível em: www.revistapersonalite.
com.br/bioseguranca. Acesso em: 17 fev. 2012.
SEBRAE. Postura profissional e normas técnicas. Recife, 2010.
SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE. Vigilância Sanitária. São Paulo: Disponível em: www.prefeitura.sp.gov.
br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude. Acesso em: 17 fev. 2012.
SHMIDLIN, Kelly S. C. Biossegurança na Estética – Equipamentos de proteção Individual – EPI’s. Disponível
em: http://www.revistapersonalite.co m.br/bioseguranca. Acesso em:12 dez. 2009.
ZANONI, M. Biossegurança: transgênicos terapia genética células-tronco; questões para a ciência e para a
sociedade. ICCA, 2004. 106 p. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Sistema Nacional de Vigilância
Sanitária. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/institucional/snvs/index.htm. Acesso em: 14 mar. 2005
